DÚVIDAS FREQUENTES

Perguntas e Respostas

LEIAM ABAIXO AS PRINCIPAIS PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE O CURSO DO IPMEC E SOBRE A MEDIAÇÃO:


1) ESTE CURSO É CAPACITANTE, ISTO É, CAPACITA DE FATO O ALUNO PARA SER UM MEDIADOR LOGO APÓS O TÉRMINO DO CURSO ?
Resposta: Sim. O curso é capacitante, e capacita o aluno para ser um conciliador e mediador, podendo atuar como mediador e conciliador judicial e extrajudicial imediatamente após o recebimento do certificado deste curso, podendo abrir uma empresa, escritório de Mediação Extrajudicial ou uma Câmara de Mediação. O curso do IPMEC é devidamente autorizado a dar esta capacitação pelo  CNJ - Conselho Nacional de Justiça, através do Nupemec do TJ/SP e pelo ENFAM (Escola Nacional de Formadores de Magistrados) e inserido no site do TJ/SP - Tribunal de Justiça de São Paulo e do ENFAM como entidade habilitada a ministrar cursos de capacitação de conciliadores e mediadores e emitir certificados, podendo ser consultado através do site do
TJ: https://www.tjsp.jus.br/Conciliacao/Nucleo/Instituicoes e também pelo site do ENFAM: https://www.enfam.jus.br/mediacao/instituicoes-formadoras/tjsp/. Os cursos que não são habilitados pelo CNJ , Nupemec e Enfam não capacitam o aluno de forma legítima. Existem muitos cursos de mediação, mas somente alguns são cursos capacitantes conforme a Resolução 125/2010 do CNJ e suas alterações.

2) COMO A MEDIAÇÃO PODE AJUDAR ?

Resposta: A mediação é uma oportunidade única de contar com profissionais especializados - os mediadores - expondo os problemas a serem resolvidos em cada caso, sem o custo emocional e financeiro de um processo judicial. A mediação acaba com a imprevisibilidade do desfecho do processo e concede às partes o tempo necessário para alcançar a solução de seus problemas cuja resolução, às vezes, está além da capacidade de decisão do Juiz. Com isso, as partes envolvidas tornam-se protagonistas de suas próprias decisões, e, assim, de suas próprias vidas. A mediação, através de técnicas adequadas, facilita o restabelecimento do diálogo em situações de conflito, fazendo com que as partes envolvidas encontrem a melhor solução para cada caso, assumindo o protagonismo dos seus próprios conflitos. Quase todos os conflitos podem ser resolvidos pela mediação, com exceção de alguns poucos casos, como a adoção de menor, destituição de poder familiar, anulação de casamento, recuperação judicial, falências etc. Podem ser resolvidos pela mediação, dentre outros inúmeros exemplos: divórcio, alimentos, guarda, partilha, questões empresariais, cobranças de dívidas, questões condominiais, escolares etc.

3) QUEM SÃO OS MEDIADORES E CONCILIADORES ? QUAL A DIFERENÇA ENTRE MEDIAÇÃO E CONCILIAÇÃO ?

Resposta: Os mediadores e conciliadores são profissionais treinados e qualificados por um curso de capacitação como o do IPMEC, aptos a identificar as questões mais importantes dos conflitos, nas mais diversas áreas (trabalhista, família, educacional, empresarial etc) visando atender às necessidades das partes, ajudando-as a encontrar alternativas para o alcance de um acordo. Os mediadores são sempre neutros e imparciais, assim, não dão conselhos, não sugerem alternativas, não tomam decisões e muito menos julgam qualquer postura ou comportamento das partes e/ou do conflito. Ao invés disso, eles facilitam um diálogo positivo em questões de relações duradouras, como as familiares, por exemplo, criando uma atmosfera propícia à identificação das reais necessidades de ambas as partes. O que se busca na mediação é a solução do conflito efetivamente, sendo o acordo ou composição amigável uma consequência da solução do conflito. Já na conciliação, cuida-se de questões de relações não duradouras, como as que envolvem o Direito do Consumidor, por exemplo. O que se busca na conciliação é a possibilidade de uma composição amigável direta.

4) QUEM PODE SER MEDIADOR OU CONCILIADOR JUDICIAL E EXTRAJUDICIAL ?

Resposta: Pode ser mediador extrajudicial qualquer pessoa capaz que tenha a confiança das partes e seja capacitada para fazer mediação, independentemente de ter ou não curso superior, de integrar qualquer tipo de conselho, entidade de classe ou associação, ou nele inscrever-se. Para ser mediador judicial, além de ter feito o curso de capacitação através de uma Escola Formadora oficial, também deve ser formado no mínimo há 2 anos em qualquer curso superior reconhecido pelo MEC (esta condição precisa existir no final do curso de capacitação, não no seu início). Assim, o aluno que fizer o curso de capacitação para conciliadores e mediadores poderá, ao final do curso, e mediante o certificado, imediatamente atuar como mediador judicial e extrajudicial, de forma profissional. Na área privada, poderá abrir um escritório, empresa de mediação ou câmara de mediação e cobrar pelos serviços de mediação às partes interessadas. Para ser mediador judicial é necessário que a pessoa, além do curso de capacitação. Na área pública judicial, o aluno capacitado pode trabalhador como mediador público junto a algum CEJUSC (Centro Judiciário de Solução de Conflitos). Recentemente passou-se a permitir que mediadores capacitados pelo curso, ainda que não sejam formados em curso superior, possa exercer a atividade de conciliador judicial desde que tenham cursado no mínimo até o 5º semestre de qualquer curso superior. No Estado de São Paulo, os mediadores públicos judiciais estão começando a ser remunerados. Em outros Estados, os mediadores públicos já recebem remuneração há algum tempo. Na área privada, os mediadores privados extrajudiciais são remunerados em média em R$ 500,00 o valor da hora.

5) HÁ UMA BOA PERSPECTIVA PROFISSIONAL E ECONÔMICA PARA ESSA NOVA CARREIRA DE MEDIADOR ?

Resposta: Sim, sem dúvida. Com o novo Código de Processo Civil, que entrou em vigor em março de 2016, além da Lei de Mediação aprovada em 2015, as pessoas estão se voltando para a possibilidade de resolver seus conflitos de forma mais célere e econômica. Os mediadores são profissionais que auxiliam na solução dos conflitos das partes, com técnicas próprias, e serão profissionais muito procurados nos próximos meses e anos, sendo terceiros facilitadores na busca de uma cultura da paz, onde os conflitos podem ser resolvidos de forma extrajudicial, de modo mais célere, menos custoso, menos traumático e pelas próprias partes envolvidas, sem interferência do Judiciário (caso da mediação extrajudicial). Além disso, sem dúvida alguma, ser um mediador capacitado é um fator diferenciador no currículo de todos, além desta capacitação em mediação ser pontuada atualmente em diversos concursos públicos.


6) É PRECISO SER DA ÁREA JURÍDICA PARA SER MEDIADOR ?

Resposta: De forma alguma. Como já mencionado, toda pessoa maior de 18 anos e capaz, e capacitada num curso como o do IPMEC, pode ser mediador e conciliador. Existem excelentes mediadores pedagogos, psicólogos, administradores de empresa, assistentes sociais etc.


7) O CURSO DO IPMEC TEM ALGUM DIFERENCIAL ?

Resposta: Sim, o Curso de Capacitação para Mediador e Conciliador Público e Privado do IPMEC tem, na verdade, vários diferenciais. Um deles é a alta qualidade de corpo docente, formado 100% por mediadores, incluindo alguns dos primeiros mediadores do Brasil, responsáveis pelos primeiros Cejusc´s do Brasil (Centros Judiciários de Solução de Conflitos). São profissionais extremamente renomados no meio da mediação, representando o Brasil em Congressos e Simpósios Internacionais sobre o tema. Além disso, fornecemos todo o material pedagógico e didático aos  alunos. Outro grande diferencial é que o aluno, ao final do curso, deverá fazer um trabalho na forma de um artigo científico sobre algum tema da mediação a ser sorteado. Os trabalhos que mais se destacarem serão publicados num livro sobre Mediação, sendo que os custos da publicação serão arcados exclusivamente pelo IPMEC. Deste modo, o aluno que fizer nosso curso, além de sair capacitado por docentes renomados, de ter uma nova e atual profissão a oferecer num mercado altamente rentável e disponível atualmente, ser pontuado em concursos públicos, também poderá ter o seu artigo publicado em livro. Por fim, outro diferencial é a supervisão constante da parte prática do curso (estágio) através de uma supervisora do estágio, que é uma das docentes do curso, sendo também supervisora e instrutora do CNJ – Conselho Nacional de Justiça.


8) O CURSO PODE SER FEITO POR ALUNOS DE OUTROS ESTADOS ? COMO ELE PODERÁ FAZER O ESTÁGIO DO CURSO (PARTE PRÁTICA) ? ONDE PODERÁ ATUAR ?

Todos os alunos, do Brasil todo, podem fazer o curso de capacitação para mediador e conciliador judicial e privado do IPMEC. Há várias opções para alunos de outros Estados:

 

  1. O aluno pode fazer a parte prática do curso em CEJUSC´s do Estado de São Paulo (em qualquer Cejusc, sendo que o IPMEC disponibiliza a lista completa dos Cejuscs, com endereço e telefone para agendamento prévio do estágio). Neste caso, o aluno receberá o certificado de capacitação para atuar como mediador público judicial dentro de qualquer cidade do Estado todo de São Paulo, e poderá atuar como mediador e conciliador privado imediatamente em qualquer local do país. Caso o aluno queira atuar como mediador público em seu próprio Estado, basta pedir a revalidação do seu certificado junto ao NUPEMEC local (órgão que existe dentro do Tribunal de Justiça de cada Estado). Com esta validação, passará a poder atuar nos Cejusc´s de seu próprio Estado. O aluno tem 1 ano para fazer a parte prática do curso (Estágio).

 

  1. O aluno pode querer fazer o estágio diretamente nos Cejusc´s de seu Estado de origem. Neste caso, é necessário pedir autorização ao NUPEMEC do seu Estado, solicitando o estágio local. Este órgão decidirá sobre o pedido feito pelo aluno, sendo que o  IPMEC acompanhará todo o estágio do aluno, ainda que à distância, através de supervisões constantes on line e correções dos relatórios.

 

  1. Em ambas as situações, e de qualquer forma, o aluno poderá atuar (imediatamente) também como mediador e conciliador privado  em todo o Território Nacional, de forma imediata, e sem necessidade de nenhuma solicitação prévia.

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